Estado cívil: Casado com meu ídolo.

 Eu sinto saudades de pessoas que nem se lembram mais de mim.

 Eu sinto saudades de pessoas que nem se lembram mais de mim.

(Fonte: iamagrainofsand)

11 Aprile 2012 permalink / reblog this width 7.217 note original iamagrainofsand via relicariann
Se hoje eu valorizo tanto o meu sorriso, é porque já chorei demais por pessoas que não mereciam minhas lágrimas. (Prisioneiro da Morte)

Se hoje eu valorizo tanto o meu sorriso, é porque já chorei demais por pessoas que não mereciam minhas lágrimas. (Prisioneiro dMorte)

11 Aprile 2012 permalink / reblog this width 5.425 note original prisioneiro-da-morte via relicariann


Todo mundo tem o seu ponto fraco, e eu odeio admitir, mas você é o meu.


Todo mundo tem o seu ponto fraco, e eu odeio admitir, mas você é o meu.

11 Aprile 2012 permalink / reblog this width 1.222 note original fuckmarcio via fuckmarcio

 


 

11 Aprile 2012 permalink / reblog this width 4.871 note original fuckmarcio via fuckmarcio
11 Aprile 2012 permalink / reblog this width 4.522 note original realidade-paralela via iamagrainofsand
Queria eu receber ligação de alguém todos os dias só pra dizer “boa noite amor.”
11 Aprile 2012 permalink / reblog this width 212 note original iamagrainofsand via iamagrainofsand
durador:

Sempre fui carta fora do baralho, sempre deixada, sempre fora de foco. O que me deixara por várias, ou melhor incontáveis vezes para baixo. Isso me proporcionava uma tamanha angústia, um certo envergonhar de meu ser. Sempre diferente me entende? E os questionários com o passar do tempo só vão aumentando, não pela parte de outros e sim por minha, minha parte. Meu ânimo que já nunca foi elevado cai ainda mais com isso. Isso é ruim por confessar, é chato. Você se sente em um lugar onde toda a atenção é distribuída igualitariamente entre os demais e quando chega na sua vez ela se esgota. Penso por muitas vezes em me abrir um pouco mais, mas e a vergonha? - como sempre você por aqui querida vergonha, por onde anda sua irmã timidez? - Ela simplesmente não deixa. E um tremor absurdo que ocorre em minha mente, insiste em deixar minhas mãos tremulas e minha face pálida. O caminho em que o sangue percorre em minhas veias não é mais o mesmo, houve um desvio. Já não me importo se sou bem recebida ou não. Sou a sem estímulos, a carta com o menor valor que se avista de longe. E nada ganho com isso. É de entristecer qualquer um, mesmo não se importando, mesmo não ligando. Nada fora o bastante. Minhas críticas de um antigo modo de se ver a humilde vida, já não prestam para nada, simplesmente já não são usadas. Me sinto em um campo, onde há somente bombas, me sinto em uma Guerra Civil, uma guerra de mim. E então, meus olhos se fecham em um movimento rotativo, assim como dormir e saber que logo cedo terás de acordar. Encontro em minha mente o que restava de mim antes de turbulências vividas, encontro-me perdida, e é então que meus olhos dilatam-se. Vejo-os ofuscarem-se com um brilho nunca antes visto. Pronto, me surpreendi. Na verdade, eu apenas esperava um pouco de compreensão por parte de outros, - seria isso burrice, tenho consciência - mas eu apenas esperava. Meus olhos fitam em breve algo mais sadio, por mim e consequentemente pra mim. Melhoras, espero que seja rápida e entre por despercebida aos meus queridos olhos, que ainda podem enchergar. São os rumores que nada anda bem que me entristecem - e como entristecem - . Há vida lá fora, por favor sua tonta vá vive-la, e sem medo. Ganho minha vida através de meus medos impetulantes, que se atrevem em não sair. E por sinal não há mais um tempo justo para correr, apenas não há. A carta anda amassada, anda esfarelada, e como consequência disso, ninguém quer tê-la, deseja apenas ignorá-la. Minha guerra sem põe por fim em um encurralado e estreito canal, e é ali que se acaba por fim. E então meus olhos se abrem, ainda meio que tímidos, mas se abrem - já era hora -. Um equívoco se torna parte de meu resumo, e como havia dito, meu olhos continuam por entrelace delatados, como um vão, um vão sem fim. É possível enxergar o medo que o sonda, e de certa forma um medo acolhedor, que me afasta do que não quero preencher, ou melhor, conhecer. Na porta de minha mente, apenas um lembrete: não deixe o medo acabar com tua alegria. E com um sussurrar nada parto de ser convencido, penso por meu bem: nada melhor do que acordar de um sonho. Não melhor, um pesadelo mal vivido.
Mariana M.(faith-h)

durador:

Sempre fui carta fora do baralho, sempre deixada, sempre fora de foco. O que me deixara por várias, ou melhor incontáveis vezes para baixo. Isso me proporcionava uma tamanha angústia, um certo envergonhar de meu ser. Sempre diferente me entende? E os questionários com o passar do tempo só vão aumentando, não pela parte de outros e sim por minha, minha parte. Meu ânimo que já nunca foi elevado cai ainda mais com isso. Isso é ruim por confessar, é chato. Você se sente em um lugar onde toda a atenção é distribuída igualitariamente entre os demais e quando chega na sua vez ela se esgota. Penso por muitas vezes em me abrir um pouco mais, mas e a vergonha? - como sempre você por aqui querida vergonha, por onde anda sua irmã timidez? - Ela simplesmente não deixa. E um tremor absurdo que ocorre em minha mente, insiste em deixar minhas mãos tremulas e minha face pálida. O caminho em que o sangue percorre em minhas veias não é mais o mesmo, houve um desvio. Já não me importo se sou bem recebida ou não. Sou a sem estímulos, a carta com o menor valor que se avista de longe. E nada ganho com isso. É de entristecer qualquer um, mesmo não se importando, mesmo não ligando. Nada fora o bastante. Minhas críticas de um antigo modo de se ver a humilde vida, já não prestam para nada, simplesmente já não são usadas. Me sinto em um campo, onde há somente bombas, me sinto em uma Guerra Civil, uma guerra de mim. E então, meus olhos se fecham em um movimento rotativo, assim como dormir e saber que logo cedo terás de acordar. Encontro em minha mente o que restava de mim antes de turbulências vividas, encontro-me perdida, e é então que meus olhos dilatam-se. Vejo-os ofuscarem-se com um brilho nunca antes visto. Pronto, me surpreendi. Na verdade, eu apenas esperava um pouco de compreensão por parte de outros, - seria isso burrice, tenho consciência - mas eu apenas esperava. Meus olhos fitam em breve algo mais sadio, por mim e consequentemente pra mim. Melhoras, espero que seja rápida e entre por despercebida aos meus queridos olhos, que ainda podem enchergar. São os rumores que nada anda bem que me entristecem - e como entristecem - . Há vida lá fora, por favor sua tonta vá vive-la, e sem medo. Ganho minha vida através de meus medos impetulantes, que se atrevem em não sair. E por sinal não há mais um tempo justo para correr, apenas não há. A carta anda amassada, anda esfarelada, e como consequência disso, ninguém quer tê-la, deseja apenas ignorá-la. Minha guerra sem põe por fim em um encurralado e estreito canal, e é ali que se acaba por fim. E então meus olhos se abrem, ainda meio que tímidos, mas se abrem - já era hora -. Um equívoco se torna parte de meu resumo, e como havia dito, meu olhos continuam por entrelace delatados, como um vão, um vão sem fim. É possível enxergar o medo que o sonda, e de certa forma um medo acolhedor, que me afasta do que não quero preencher, ou melhor, conhecer. Na porta de minha mente, apenas um lembrete: não deixe o medo acabar com tua alegria. E com um sussurrar nada parto de ser convencido, penso por meu bem: nada melhor do que acordar de um sonho. Não melhor, um pesadelo mal vivido.

Mariana M.(faith-h)

(Fonte: holyss)

11 Aprile 2012 permalink / reblog this width 495 note original holyss via fastmind-deactivated20130411